terça-feira, 4 de agosto de 2015

Estrelas em Portugal. Não necessariamente portugueses

Nos últimos dias temos visto/ouvido uma série de notícias que se da primeira vez as achamos extravagantes, quando são confirmadas apenas nos limitamos ao silêncio profundo, como se estivéssemos a digerir o momento. Iker Casillas, Kevin-Prince Boateng, Imbula (este pelo seu valor monetário). Mas não só. Bryan Ruiz, um talentoso médio criativo, todos eles parecem agitar as águas no nosso país. Não tanto pelo que jogam, mas por aquilo que vão receber, quem lhes vai pagar, as fofoquices do costume. O que me interessa a mim, pessoalmente, é a qualidade que vêm acrescentar à liga portuguesa. Liga essa que ultimamente não prima pelo brio do seu jogo. Isto porque eu continuo a acreditar que o futebol, mais do que um negócio, uma plataforma ou uma fonte de rendimentos injustificada, é um espetáculo. Tal como quando vamos ao cinema e ao teatro, pretendemos desfrutar de um espetáculo adequado ao preço que dispendemos no bilhete. E infelizmente, por esse mundo fora, o preço do bilhete para o futebol está exageradamente elevado. Porque há muito boa gente que apenas que ganhar, e eu não vejo o futebol e o desporto assim. O desporto sem adeptos não existe. E parece-me adequado que as pessoas que o regem comecem a olhar para ele de um modo mais "espetacular"

Abraço,

NM

Futebol. Pré-Época

Boa Noite,

Esta é a nossa primeira publicação. Tentaremos sempre dar a nossa opinião sobre todos os demais assuntos do contexto desportivo português. Tentaremos não nos cingir apenas ao chamado desporto-rei, embora seja este que mova mais paixões no nosso país.Porque no fundo, é o desporto que nos une.

O título deste texto identifica algo que temos visto escrito/ouvido um pouco por todos os media portugueses. Falamos da pré-época. Como o nome indica, denomina preparação para a época. É aqui, tanto no Futebol, como em qualquer outro desporto, que se tentam corrigir (ou minimizar) os erros cometidos, seja pelo coletivo, ou pelo individual. É aqui que realmente se pode ensinar, e no caso do praticante adquirir, novos comportamentos e novas acções que tendem a melhorar o rendimento individual e coletivo. Por isso, a pré-época, com o nome que lhe é dado, fala por si. Pode ser preocupante se as acções não resultam numa primeira fase. Mas faz parte de todo um processo, um processo que demora mais ou menos, consoante o trabalho que temos a fazer. Como se costuma dizer, no fim fazem-se as contas. Deixemos preparar a época a quem compete. E a nós, compete-nos o raciocínio racional e menos o emocional. Porque nada passa de muito bem a muito mal. E para falar mal, já existem muitos.

Abraço,

NM